domingo, 27 de agosto de 2017

Crítica de um croqui do colega (croqui da escola)

Os croquis da Nathalie representam bem os lugares desenhados, sendo possível identificar, claramente, cada local escolhido. O esquadramento foi feito de forma que possui espaço de "respiro" nas bordas, o que traz uma leveza ao desenho em geral. Já a perspectiva feita por ela conseguiu dar ao croqui uma profundidade que remete à realidade, exceto no caso do desenho número 1. Neste, as linhas que se encontram no ponto de fuga deveriam estar um pouco mais inclinadas para trazer um realismo maior ao croqui. Contudo, em geral, os croquis representam bem os lugares escolhidos e os traços firmes da autora demonstram o seu estilo de desenho característico.
Desenhos da Nathalie

4 croquis da escola





sábado, 19 de agosto de 2017

Parágrafo com reflexão sobre a discussão “0 e 1”

A reflexão proposta pelo vídeo da Laurie Anderson (Home of the brave) diz respeito à dicotomia quanto ao uso do 0 e do 1 em diferentes situações. No caso da informática esses números são utilizados para formar toda e qualquer informação virtual, ou seja, são importantes em mesmo nível, já no caso da realidade social esses números são determinantes de pólos distintos – o 0 como perdedor e não detentor de nada e o 1 como primeiro e melhor colocado. Tal fato é interessante de ser analisado, pois esses números são tão próximos e mesmo assim carregam significados tão diferentes. 
No caso da arquitetura essa polarização também pode ser notada. Isso pode ser percebido com a divisão entre a arquitetura emocional e racional. A primeira diz respeito a uma arquitetura mais criativa que busca inovar em suas formas a fim de proporcionar ao cliente conforto e ao mesmo tempo identificação com o ambiente. Já a segunda diz respeito a uma arquitetura mais engessada e comercial que visa a manutenção das formas preestabelecidas e a padronagem no uso de materiais que tem como característica o baixo custo. 
Diante dessa situação, nota-se que essas duas características do ramo arquitetônico devem ser levadas em consideração de maneira integrada e não devem ser divididas em construções polarizadas - ora muito emocional, ora só racional - pois ambas são necessárias no processo de criação da obra. 

A diferença entre a Roupa e a Arquitetura

          A reflexão sobre a diferença existente entre esses dois elementos pode ser bastante complexa. Consideremos, dessa forma, inicialmente suas semelhanças para, assim, chegar a uma conclusão mais precisa. Levando em consideração as funções que tanto as roupas quanto a arquitetura desempenham em nossas vidas, atualmente, nota-se que ambas requerem algum grau de complexidade em sua criação e construção. Além disso, as duas podem ser confeccionadas a partir da necessidade e gosto específico do cliente. Sendo, portanto, mutáveis e bastante flexíveis durante o decorrer do tempo, ou seja, são feitas a partir da moda e da tendência de cada época. 
          Contudo, o quesito proteção pode ser tanto uma semelhança quanto uma diferença. Isso acontece pelo falo de ambas serem feitas para proteger seus usuários em algum nível, mas a arquitetura – composta de construções e não somente de tecido – oferece essa proteção em um grau muito maior contra o frio, a chuva, o calor do sol e outros perigos que a atual situação urbana proporciona aos seus habitantes como, por exemplo, a criminalidade. Dessa forma, nota-se que tanto a roupa quanto a arquitetura tem finalidades bastante próximas, mas esse quesito pode diferenciá-los sem sobrepor a importância de um sobre o outro, por ambas são invenções extremamente necessárias e úteis à humanidade.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Parágrafo sobre o texto animação cultural

         Uma das ideias que me chamaram atenção no texto é a afirmação de que a tarefa dos bens é a desvalorização da cultura. Isso pelo fato de que no presente momento é notório a banalização do uso indiscriminado dos objetos, sendo isso percebido, até mesmo, com a fluidez cada vez maior das relações interpessoais. Além disso, outra ideia que me chamou a atenção é a inversão da relação "homem-objeto", pois nesse caso o homem se encontra submisso aos bens de consumo. Esse fato pode ser facilmente comprovado com a importância excessiva que grande parte dos indivíduos dão aos celulares e outros meios tecnológicos atualmente.
         Diante dessa situação, torna-se evidente que os objetos condicionam as ações humanas, isso porque grande parte dos homens são reféns de seus aparelhos e das funções que eles proporcionam, dispensando, inclusive, grande parte de seus dias os explorando. Como representação disso, tem-se as redes sociais que hoje fazem parte da vida da maior parte das pessoas e com isso, modificam seus hábitos, costumes e muitas vezes ditam regras e comportamentos sociais que devem ser seguidos. Nesse contexto, é clara a submissão do criador diante da sua criação e como consequência há uma inversão da ideia de que os objetos foram criados para servir o homem.
          Dessa maneira, sabe-se que apesar dos objetos serem de grande utilidade nos afazeres cotidianos o uso e a valorização excessiva desses bens é extremamente preocupante. Por isso é necessário uma análise minuciosa da importância dada a essas ferramentas, pois com o prolongamento dessas ações os objetos não serão simplesmente artefatos que nos auxiliam em tarefas e sim parte viva da sociedade. Como, por exemplo, no caso da inteligencia artificial. Sendo capaz, até mesmo, de subjugar a humanidade.